A Câmara de Vereadores de São Paulo discute nesta nesta terça-feira (1) a lei que prevê a revisão da Planta Genérica de Valores (PGV) e que vai resultar em reajuste do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em 2010. Os valores propostos inicialmente devem ser reduzidos.
A base do prefeito Gilberto Kassab (DEM) apresentou na última hora texto alternativo, que prevê reajustes menores do IPTU. Segundo o vereador Carlos Alberto Bezerra, líder do PSDB, disse que o texto obteve sinal verde do governo.
O novo texto oficial reduz o limite de aumento para estabelecimentos comerciais de 60% para 45% e dos imóveis residenciais de 40% para 30%.
Imóveis comerciais com valor acima de R$ 760 mil terão de pagar alíquota adicional de 0,5%. A isenção do imposto, antes restrita a imóveis comerciais com valor até R$ 37 mil agora passa a atingir também imóveis de até R$ 70 mil.
Bezerra afirma que ficou também estipulado que os mesmos tetos valem para 2010, 2011 e 2012. A proposta foi assinada em conjunto pelo PSDB, DEM, PV, parte do PSB, PMDB, PP e PTB.
A primeira proposta do governo foi encaminhada pelo prefeito Gilberto Kassab à Câmara em 17 de novembro. O texto original foi aprovado por 37 votos a 16 na primeira discussão, realizada na quarta-feira (25). Cerca de 50 pessoas compareceram à Câmara na segunda e última audiência pública para tratar do assunto.
Por: Matheus Raymundo
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Os abusos Cobrados pelos impostos!
Venho por meio deste vídeo estabelecer um paradoxo entre impostos e gastos da vida cotidiana. Na verdade exercem função sinônima, porque em nossa vida tudo que gastamos são impostos, impostos e mais impostos.
Oque sabemos realmente é que o salário do brasileiro além de metade servir para próprio sustento e da família, ainda sustentam os inúmeros políicos corruptos que ao invés de melhorar nosso país, transforma a economia uma bola de neve, claro, ainda podem existir excessões, porém, em geral, pagamos impostos para os políticos viajarem de avião, sustentarem suas luxuosas casas com tudo oque se tem de melhor, entre outros casos.
Por fim, postaremos um vídeo que demonstra os absurdos que pagamos de impostos, muitas vezes sem a informação de que estão presentes em nossa vida diariamente.
Por: Maria Fernanda Sales
Oque sabemos realmente é que o salário do brasileiro além de metade servir para próprio sustento e da família, ainda sustentam os inúmeros políicos corruptos que ao invés de melhorar nosso país, transforma a economia uma bola de neve, claro, ainda podem existir excessões, porém, em geral, pagamos impostos para os políticos viajarem de avião, sustentarem suas luxuosas casas com tudo oque se tem de melhor, entre outros casos.
Por fim, postaremos um vídeo que demonstra os absurdos que pagamos de impostos, muitas vezes sem a informação de que estão presentes em nossa vida diariamente.
Por: Maria Fernanda Sales
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Dornelles: em vez de taxar poupança, governo devia reduzir impostos de fundos
Ontem o senador Francisco Dornelles, do Rio de Janeiro, afirmou que melhor do que taxar a poupança, seria reduzir os impostos que incidem sobre os rendimentos de fundos de renda fixa, isso evitaria a migração de investidores da modalidade para cadernetas.
Como o fato citado na postagem anterior por um dos integrantes da ONG, essa medida afetaria os investidores acima de 50mil reais na sua poupança, os quais com essas medidas deveriam pagar 22,5%.
Na opnião da ONPRI, o senador tem razão, porém tal medida, segundo sites de informação, não são de interesse do governo, já que os recursos ajudam a financiar as dívidas públicas.
Outro fato a ser discutido deve ser em próximas postagens a utilização da Nota Fiscal Paulista, a qual tem dado muito o que falar atualmente e em inúmeros lugares que vamos sempre tem alguém que pergunta se queremos a nota. O governo foi extremamente feliz em promover esse benefício, muitos já comentam nas ruas que conseguiram por meio desta depósitos bastante satisfatórios em suas contas, mesmo ainda não sendo muito próximo aos que realmente pagamos.
Portanto, não devemos apenas mostrar o lado ruim do governo, mesmo que não seja uma maravilha já é um grande avanço em termos de benefícios do governo a população.
Por: Maria Fernanda Sales
Como o fato citado na postagem anterior por um dos integrantes da ONG, essa medida afetaria os investidores acima de 50mil reais na sua poupança, os quais com essas medidas deveriam pagar 22,5%.
Na opnião da ONPRI, o senador tem razão, porém tal medida, segundo sites de informação, não são de interesse do governo, já que os recursos ajudam a financiar as dívidas públicas.
Outro fato a ser discutido deve ser em próximas postagens a utilização da Nota Fiscal Paulista, a qual tem dado muito o que falar atualmente e em inúmeros lugares que vamos sempre tem alguém que pergunta se queremos a nota. O governo foi extremamente feliz em promover esse benefício, muitos já comentam nas ruas que conseguiram por meio desta depósitos bastante satisfatórios em suas contas, mesmo ainda não sendo muito próximo aos que realmente pagamos.
Portanto, não devemos apenas mostrar o lado ruim do governo, mesmo que não seja uma maravilha já é um grande avanço em termos de benefícios do governo a população.
Por: Maria Fernanda Sales
Mais Uma! - Impostos para a Cardeneta de Poupança!
Depois de todos os impostos abusivos do governo temos essa notícia:
Está em votação um novo imposto para a "Caderneta de Poupança" que prevê 22% de imposto para aplicações a partir de 50 mil reais.
Talvez você esteja pouco ligando porque você não tem 50 mil na poupança, mas isso é um começo para atingir todos os aplicadores. Quando os cofres públicos começam a esvaziar, em vez do governo cortar gastos excessivos, preferem aplicar mais impostos e tirar o dinheiro de quem trabalha e ajuda esse país a crescer.
O mais irônico é que o Lula se diz o "Presidente do Povo", mas que povo é esse? Porque em vez de subjugar o povo ele não aumenta em 50% o salário público?
Obs.: E mesmo que fizesse isso ainda sim o salário deles seria um absurdo.
Eu que vos escrevo e um concensso geral da ong confessamos estar indignados e decepcionados com o nosso país, que tira de quem não tem para dar a quem tem em excesso!
Em nome de todos da ONPRI queria deixar bem claro nossa indignação pois somos totalmente a favor de impostos justos (leia bem, eu disse "JUSTOS"), mas o que acontece no nosso país está longe de ser justo.
Por: Eric Souza.
Está em votação um novo imposto para a "Caderneta de Poupança" que prevê 22% de imposto para aplicações a partir de 50 mil reais.
Talvez você esteja pouco ligando porque você não tem 50 mil na poupança, mas isso é um começo para atingir todos os aplicadores. Quando os cofres públicos começam a esvaziar, em vez do governo cortar gastos excessivos, preferem aplicar mais impostos e tirar o dinheiro de quem trabalha e ajuda esse país a crescer.
O mais irônico é que o Lula se diz o "Presidente do Povo", mas que povo é esse? Porque em vez de subjugar o povo ele não aumenta em 50% o salário público?
Obs.: E mesmo que fizesse isso ainda sim o salário deles seria um absurdo.
Eu que vos escrevo e um concensso geral da ong confessamos estar indignados e decepcionados com o nosso país, que tira de quem não tem para dar a quem tem em excesso!
Em nome de todos da ONPRI queria deixar bem claro nossa indignação pois somos totalmente a favor de impostos justos (leia bem, eu disse "JUSTOS"), mas o que acontece no nosso país está longe de ser justo.
Por: Eric Souza.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Fim da isenção do IPI para carros promove corrida às concessionárias
As concessionárias de veículos esperam um grande movimento neste fim de semana, o último antes do término do desconto de IPI para carros novos – o benefício foi concedido há nove meses pelo Governo Federal, será reincorporado pelas montadoras de forma gradativa a partir da próxima quinta-feira, dia 1º de outubro.
Neste sábado, o movimento nas concessionárias é cerca de 40% maior que o registrado há uma semana.Até quarta-feira (30), último dia do benefício, as empresas apostam em um volume grande vendas. Em vez dos grandes feirões em um único local, as montadoras vão promover as ofertas nas redes de concessionárias.
A corrida às lojas de automóveis aumentou nas últimas duas semanas e pode registrar uma venda recorde de automóveis e comerciais leves na história da indústria automobilística nacional. Segundo dados do setor, até a quinta-feira (24) já haviam sido vendidos 230.633 veículos (automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões).
A venda média de unidades subiu de 11,8 mil em agosto para 13,5 mil este mês. Só na quinta-feira foram vendidos quase 18 mil automóveis e comerciais leves no Brasil. Seguindo neste ritmo, setembro pode ficar bem próximo ou até superar o recorde de junho, quando foram comercializadas 300.174 unidades. “Nos últimos 15 dias, o volume de vendas dobrou”, destaca Rodrigo Rumi, gerente regional de marketing da General Motors. “Esperamos neste fim de semana superar as vendas nos finais de semana anteriores”, acrescenta o executivo. A redução do IPI foi anunciada no dia 15 de dezembro do ano passado. Para carros populares, de até mil cilindradas, o IPI caiu de 7% para zero e, para automóveis entre mil e duas mil cilindradas movidos à gasolina, recuou de 13% para 6,5%. Para carros flex (bicombustível) e movidos à álcool, o imposto caiu de 11% para 5,5%. Entretanto, não houve alteração para veículos com mais de duas mil cilindradas.
Por: Nathália Amado
Neste sábado, o movimento nas concessionárias é cerca de 40% maior que o registrado há uma semana.Até quarta-feira (30), último dia do benefício, as empresas apostam em um volume grande vendas. Em vez dos grandes feirões em um único local, as montadoras vão promover as ofertas nas redes de concessionárias.
A corrida às lojas de automóveis aumentou nas últimas duas semanas e pode registrar uma venda recorde de automóveis e comerciais leves na história da indústria automobilística nacional. Segundo dados do setor, até a quinta-feira (24) já haviam sido vendidos 230.633 veículos (automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões).
A venda média de unidades subiu de 11,8 mil em agosto para 13,5 mil este mês. Só na quinta-feira foram vendidos quase 18 mil automóveis e comerciais leves no Brasil. Seguindo neste ritmo, setembro pode ficar bem próximo ou até superar o recorde de junho, quando foram comercializadas 300.174 unidades. “Nos últimos 15 dias, o volume de vendas dobrou”, destaca Rodrigo Rumi, gerente regional de marketing da General Motors. “Esperamos neste fim de semana superar as vendas nos finais de semana anteriores”, acrescenta o executivo. A redução do IPI foi anunciada no dia 15 de dezembro do ano passado. Para carros populares, de até mil cilindradas, o IPI caiu de 7% para zero e, para automóveis entre mil e duas mil cilindradas movidos à gasolina, recuou de 13% para 6,5%. Para carros flex (bicombustível) e movidos à álcool, o imposto caiu de 11% para 5,5%. Entretanto, não houve alteração para veículos com mais de duas mil cilindradas.
Por: Nathália Amado
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Camex reduz imposto de importação para 114 novos produtos
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) informou nesta sexta-feira (18) que a Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou a inclusão de 114 novos produtos no regime de ex-tarifários. Com isso, o imposto de importação foi reduzido de até 14% para 2% até o fim do ano que vem.
O regime de ex-tarifário, segundo o MDIC, funciona como um mecanismo de estímulo aos investimentos produtivos no País e consiste na redução temporária do Imposto de Importação de bens de capital (máquinas e equipamentos), informática e telecomunicação não produzidos no Brasil.
Quase todos os 114 produtos incluídos pela Camex no regime de ex-tarifários são máquinas e equipamentos para a produção, além de sistemas integrados para bens de informática e telecomunicações.
"Os investimentos globais e os relativos às importações de equipamentos, vinculados aos 114 produtos propostos, representam US$ 4,05 bilhões e investimentos em importação no valor total de US$ 973 milhões", informou o MDIC.
Quanto ao valor das importações em ex-tarifários, ainda segundo dados do governo, os três setores mais beneficiados pela medida foram: siderurgia (79,08%), petróleo (3,69%) e médico-hospitalar (3,17%) - percentuais relativos à participação no total a ser importado com o benefício. Com relação aos valores dos investimentos globais, construção civil (US$ 2,5 milhões), siderúrgico (US$ 1,105 milhão) e petróleo (US$ 121 milhões) foram os três segmentos mais beneficiados, acrescentou o Ministério do Desenvolvimento.
Dentre os principais projetos decorrentes desses benefícios, segundo o governo, estão: assentamento de dormentes na obra da ferrovia Norte-Sul; aumento da oferta de chapas galvanizadas; ampliação da infra-estrutura de transporte de gás natural; implantação de uma nova unidade de produção de fármacos; implantação de uma nova fábrica de separação de gases; produção de aços inoxidáveis de baixo carbono; e aumento da capacidade de produção de cédulas e moedas.
por: Nathália Amado
O regime de ex-tarifário, segundo o MDIC, funciona como um mecanismo de estímulo aos investimentos produtivos no País e consiste na redução temporária do Imposto de Importação de bens de capital (máquinas e equipamentos), informática e telecomunicação não produzidos no Brasil.
Quase todos os 114 produtos incluídos pela Camex no regime de ex-tarifários são máquinas e equipamentos para a produção, além de sistemas integrados para bens de informática e telecomunicações.
"Os investimentos globais e os relativos às importações de equipamentos, vinculados aos 114 produtos propostos, representam US$ 4,05 bilhões e investimentos em importação no valor total de US$ 973 milhões", informou o MDIC.
Quanto ao valor das importações em ex-tarifários, ainda segundo dados do governo, os três setores mais beneficiados pela medida foram: siderurgia (79,08%), petróleo (3,69%) e médico-hospitalar (3,17%) - percentuais relativos à participação no total a ser importado com o benefício. Com relação aos valores dos investimentos globais, construção civil (US$ 2,5 milhões), siderúrgico (US$ 1,105 milhão) e petróleo (US$ 121 milhões) foram os três segmentos mais beneficiados, acrescentou o Ministério do Desenvolvimento.
Dentre os principais projetos decorrentes desses benefícios, segundo o governo, estão: assentamento de dormentes na obra da ferrovia Norte-Sul; aumento da oferta de chapas galvanizadas; ampliação da infra-estrutura de transporte de gás natural; implantação de uma nova unidade de produção de fármacos; implantação de uma nova fábrica de separação de gases; produção de aços inoxidáveis de baixo carbono; e aumento da capacidade de produção de cédulas e moedas.
por: Nathália Amado
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Anglo Ferrous Brazil critica possível aumento de royalties
RIO - O presidente da Anglo Ferrous Brazil, Stephan Weber, criticou a proposta de aumento dos royalties pagos pelo setor de mineração no Brasil. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, já afirmou que, depois de fechada a proposta para o marco regulatório do pré-sal, o governo vai se debruçar sobre as participações pagas pelas mineradoras.
Para Weber, a comparação com a Austrália - onde os royalties minerais são mais altos - desconsidera o peso da carga tributária, que é mais elevada no Brasil. Segundo ele, o minério brasileiro já é menos competitivo que o australiano no que diz respeito ao peso dos impostos.
"Acho que é dar um tiro no pé (aumentar os royalties). Temos que tentar informar quais são os riscos. Nossos impostos são altos e isso é um problema de competitividade para o Brasil", disse Weber, que participou de palestra na Câmara Britânica, no Rio de Janeiro.
De acordo com ele, a expectativa da Anglo American - controladora da Anglo Ferrous Brasil - é que os três principais projetos em implantação na América do Sul passem a ser responsáveis, em 2013 ou 2014, por cerca de metade de todo o faturamento da companhia.
Atualmente, a Anglo trabalha para implantar o projeto Minas-Rio, de US$ 3,627 bilhões para produção de até 26,5 milhões de toneladas a partir de 2014. Na área de níquel, pretende iniciar em 2011 a produção em Goiás, no projeto de Barro Alto, orçado em US$ 1,5 bilhão para produção de até 36 mil toneladas métricas por ano.
"Níquel não é o foco da Anglo, mas o custo é tão bom que estamos na fatia de 25% dos projetos de menor custo do mercado", afirmou Weber, lembrando que mundialmente o foco da empresa está no minério de ferro, diamantes, cobre, platina e carvão.
O terceiro projeto de vulto na América do Sul é Los Bronces, para produção de cobre no Chile. Juntos, os três projetos no continente foram os três, de um universo de seis, que foram mantidos mesmo com o agravamento da crise internacional.
Para Weber, a comparação com a Austrália - onde os royalties minerais são mais altos - desconsidera o peso da carga tributária, que é mais elevada no Brasil. Segundo ele, o minério brasileiro já é menos competitivo que o australiano no que diz respeito ao peso dos impostos.
"Acho que é dar um tiro no pé (aumentar os royalties). Temos que tentar informar quais são os riscos. Nossos impostos são altos e isso é um problema de competitividade para o Brasil", disse Weber, que participou de palestra na Câmara Britânica, no Rio de Janeiro.
De acordo com ele, a expectativa da Anglo American - controladora da Anglo Ferrous Brasil - é que os três principais projetos em implantação na América do Sul passem a ser responsáveis, em 2013 ou 2014, por cerca de metade de todo o faturamento da companhia.
Atualmente, a Anglo trabalha para implantar o projeto Minas-Rio, de US$ 3,627 bilhões para produção de até 26,5 milhões de toneladas a partir de 2014. Na área de níquel, pretende iniciar em 2011 a produção em Goiás, no projeto de Barro Alto, orçado em US$ 1,5 bilhão para produção de até 36 mil toneladas métricas por ano.
"Níquel não é o foco da Anglo, mas o custo é tão bom que estamos na fatia de 25% dos projetos de menor custo do mercado", afirmou Weber, lembrando que mundialmente o foco da empresa está no minério de ferro, diamantes, cobre, platina e carvão.
O terceiro projeto de vulto na América do Sul é Los Bronces, para produção de cobre no Chile. Juntos, os três projetos no continente foram os três, de um universo de seis, que foram mantidos mesmo com o agravamento da crise internacional.
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