Surgiu a algum tempo atrás a pauta em que idealizavam uma nova forma de cobrança de impostos, na qual tal cobrança seria feita através de uma taxa única e que persuadia a população a correr atrás de seus direitos contra o excesso das mesmas, iniciava-se então a idéia do Imposto Único.
Tal imposto seria apenas 1% para quem paga e 1% para quem recebe em todas as transações financeiras, tais como: cheques, doc's, ordens de pagamento, entre outros.
Exemplo simples: Se você emite um cheque de R$ 100,00 para uma pessoa haveria um desconto em sua conta-corrente de R$ 101,00. A pessoa para quem você passou o cheque receberia um crédito em sua conta-corrente de R$ 99,00. Portanto, nessa transação o governo arrecadaria R$2,00.
Seriam extintas todas as taxas, contribuições e os seguintes impostos:
-Federais: Impostos de renda de pessoa física e jurídica - IRPF e IRPJ, CPMF, IPI, IOF, Confins, PIS/PASEP entre outros (INSS).
-Estaduais: ICMS e IPVA.
-Municipais: ISS, IPTU e ITBI.
Apesar de ser de grande aceitação popular, o projeto ainda não foi aceito por uma série de motivos instituídos pelo governo.
O projeto é de 20 anos atrás e muito se encaixa nos padrões de pensamentos atuais do brasileiro, que paga ao ano cerca de 4 meses de seu salário para quitar todos eles.
Enfim, projetos de melhorias existem e muito, porém, o problema de sempre é serem cumpridos de acordo com suas devidas regalias pré-estabelecidas e assim tornamos do nosso cotidiano algo com menos stress e desgosto.
Por: Maria Fernanda Sales
segunda-feira, 11 de maio de 2009
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